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O cangaço foi um fenômeno social e histórico que ocorreu no sertão nordestino entre aproximadamente 1870 e 1940. Caracterizou-se pela atuação de bandos armados que viviam de forma nômade, desafiando autoridades, atacando propriedades e enfrentando forças policiais.
Esse fenômeno é considerado complexo porque mistura elementos de resistência social com criminalidade violenta.
O surgimento do cangaço está diretamente ligado às condições sociais do sertão nordestino no período pós-colonial e republicano.
| Nome | Período | Região |
|---|---|---|
| Cabeleira | Século XVIII | Pernambuco |
| Lucas da Feira | 1828-1848 | Bahia |
| Jesuíno Brilhante | 1870 | RN/PB |
Esses grupos criaram a base do que viria a ser o cangaço moderno.
Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como Lampião, foi o maior líder do cangaço.
| Período | Evento |
|---|---|
| 1919 | Entrada no cangaço |
| 1922 | Assume liderança |
| 1938 | Morte |
Ele comandou um dos maiores bandos da história, atuando em vários estados do Nordeste.
Maria Bonita foi a primeira mulher a integrar o cangaço, quebrando padrões sociais da época e participando ativamente das ações.
O cangaço também foi marcado por extrema violência:
Em 1938, Lampião foi morto na Grota do Angico, em Sergipe.
| Informação | Detalhe |
|---|---|
| Data | 28 de julho de 1938 |
| Local | Grota do Angico |
| Resultado | Fim do cangaço |
Após a morte, os corpos foram decapitados e exibidos publicamente.
O cangaço foi um fenômeno contraditório:
O cangaço revela as consequências da desigualdade extrema e da ausência do Estado. Ao mesmo tempo, mostra que nem toda resistência leva à justiça social.
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